a conta que quase ninguém faz
A resposta curta: quase sempre mais do que a empresa imagina — porque a conta que se faz de cabeça inclui a peça e a hora no cliente, e esquece a estrada, a espera e o retorno. Esta página mostra o método inteiro, com números, e é o que sustenta todas as outras contas deste site.
o erro que se repete
Pergunte a qualquer dono de empresa de serviço quanto custou o último atendimento e a resposta virá assim: “a peça foi R$ 330 e o técnico ficou umas três horas lá”. É uma conta honesta e está errada — não nos números, mas no que ela não contém.
Faltam a hora de estrada, que é paga igual. Falta a espera até liberarem o acesso, que também é paga. Falta o combustível, o pedágio, o desgaste do veículo. Falta a parte do custo fixo da empresa que aquele atendimento deveria carregar. E falta, quando é o caso, o retorno — a segunda visita que ninguém contabiliza como custo do primeiro serviço.
Um atendimento comum: cliente a 38 km, três horas de serviço, uma peça trocada. Cobrado R$ 1.200. À esquerda, a conta que se faz de cabeça. À direita, a conta inteira.
R$ 687 viraram R$ 366. Não porque o atendimento foi ruim — ele foi normal. A diferença inteira estava em linhas que ninguém tinha o hábito de somar.
E repare no que isso muda na decisão: com R$ 687 na cabeça, dar 20% de desconto para fechar parece confortável. Com R$ 366, o mesmo desconto — R$ 240 — come dois terços do que sobrou. É a mesma proposta, e são duas decisões opostas.
o método
As páginas abaixo abrem uma a uma, com números e com o jeito de medir sem depender de alguém preencher planilha no fim do dia.
A conta completa de um atendimento avulso, do portão da empresa até a volta.
Por que dividir o salário por 220 dá um número que não existe — e qual é o certo.
O quilômetro e a hora são dois custos, e quase todo mundo soma só um.
O preço mensal que cobre preventiva, corretiva e o que ninguém previu.
Obra medida por produção: o custo por unidade, com o desperdício dentro.
Os sinais que aparecem antes do resultado do ano, e onde procurá-los.
o problema de medir
Toda empresa de serviço já tentou medir isso em planilha. Funciona por três semanas. Depois o técnico esquece de anotar a hora que saiu, o encarregado preenche de memória na sexta-feira, e o número que sai é uma estimativa com aparência de medição — o que é pior que não medir, porque dá confiança para decidir.
A conta só se sustenta quando cada parcela é registrada no momento em que acontece, por quem já está ali: o material sai vinculado à ordem de serviço, o status do atendimento marca a hora, o deslocamento vem do próprio celular do técnico. Ninguém preenche planilha no fim do dia porque não existe planilha para preencher.
É isso que o inSySti faz. E a razão de este site ter uma página para cada parcela é simples: se a conta não fizer sentido para você no papel, o sistema também não vai fazer.
A nova versão abre para teste em março, e o número de vagas é pequeno. Deixe seu nome e e-mail que a gente avisa quando as inscrições abrirem.