como funciona
Sete etapas, do jeito que acontecem no seu dia. Cada uma alimenta a seguinte — é isso que faz a conta do fim fechar sem ninguém digitar duas vezes.
Por telefone, por e-mail ou pelo próprio cliente, que tem acesso e abre sozinho. Cada chamado nasce com prioridade — e a prioridade define o prazo, contado só dentro do seu horário de funcionamento.
Um chamado aberto às 17h de sexta com prazo de quatro horas vence na segunda de manhã, não no sábado.
Com técnico, data, endereço e o contato de quem vai receber no local. Se for de contrato, já nasce ligada a ele. Se houver kit de ferramentas para aquele tipo de serviço, ele vai junto.
Ele marca que saiu, que chegou e que começou. Segue o checklist do tipo de serviço, fotografa como encontrou e como deixou, e sai com a assinatura de quem recebeu.
Tudo isso funciona sem internet no cliente — o que ele preenche fica no aparelho e sobe quando a rede voltar. E a hora registrada é a do gesto, não a da sincronização.
Pelo custo médio do momento em que saiu, que fica congelado naquela ordem. O saldo do depósito baixa sozinho, e o que foi retirado e não usado volta com confirmação.
A hora do técnico, medida pelos horários que ele marcou. O veículo, pela conta do posto e da tag que você já lança. E o que a equipe pagou do próprio bolso, com o recibo fotografado — que vira reembolso a pagar e custo daquela visita no mesmo ato.
O serviço vira título a receber, a mensalidade do contrato é gerada no dia certo, e o que ainda não foi faturado aparece na primeira tela do dia — em vez de num relatório que alguém precisa lembrar de abrir.
Quando você emite nota, ela sai daqui mesmo, com o XML e o boleto indo por e-mail para o cliente.
Receita menos material, menos hora, menos deslocamento, menos comissão. Por atendimento, por contrato, por projeto e por frente de operação — a qualquer momento, não só no fechamento do mês.
É a conta que existe porque as seis etapas anteriores aconteceram no mesmo lugar.