inSySti Falar com a gente

para quem tem equipe em campo

Você sabe quanto custou o atendimento de ontem?

Quase nenhuma empresa de serviço sabe. O material sai do estoque e alguém anota; a hora do técnico, o tempo na estrada e o combustível não entram em conta nenhuma. O inSySti mede tudo isso sozinho — com o que a sua equipe já faz todo dia.

Chamados, ordens de serviço, contratos, estoque e financeiro — num lugar só.

o que costuma escapar

Três buracos que ninguém vê até doer

Não é falta de esforço da equipe. É que a informação nasce na rua e a cobrança acontece no escritório — e entre uma coisa e outra não há nada segurando.

Ninguém sabe o que o técnico fez

O serviço foi executado, mas não há foto do antes, nem do depois, nem assinatura de quem recebeu. Quando o cliente reclama duas semanas depois, é a palavra dele contra a do seu técnico — e você perde nas duas.

Serviço feito e não cobrado

O contrato que ninguém faturou este mês, o pedido despachado sem título, a preventiva que passou batido. Some pouco de cada vez, e é sempre a mesma pessoa que descobre — tarde.

A margem que ninguém mediu

Faturou bem e no fim do mês não sobrou nada. Quando isso vira rotina, o problema não é o faturamento: é que metade da conta nunca foi feita.

a mesma visita, duas contas

O que o seu sistema mostra, e o que aconteceu

Uma ordem de serviço comum: troca de peça em cliente da região, meio período.

Como quase todo sistema mostra falta o custo
Serviço cobradoR$ 780,00
Peça trocada− R$ 214,20
Hora do técniconão medido
Estrada e esperanão medido
Combustívelnão medido
Parece que sobrou R$ 565,80 72,5% de margem
O que o inSySti mostra medido, não estimado
Serviço cobradoR$ 780,00
Peça trocadapelo custo médio do dia da saída− R$ 214,20
Trabalho no cliente2,6 h × R$ 62,40− R$ 162,24
Estrada1,4 h, ida e volta− R$ 87,36
Espera0,7 h até liberarem o acesso− R$ 43,68
Combustível e pedágio− R$ 110,60
Sobrou de verdade R$ 161,92 20,8% de margem
R$ 241,64 dessa visita foram estrada, espera e combustível. Mais do que a peça trocada — e nenhum desses três aparece na conta de 72%. É justamente o custo que muda quando você reordena a agenda do dia ou passa a cobrar deslocamento.

como isso é possível

Ninguém digita nada para esse número existir

Sistema de custo costuma morrer no preenchimento: alguém tem que lançar hora, alguém tem que ratear despesa, e em duas semanas ninguém lança mais nada. Aqui cada valor nasce de um gesto que a operação já faz por outro motivo.

O técnico toca em três botões

“Saí”, “cheguei” e “comecei”. Os mesmos toques que já avisam o escritório onde ele está — e é o que separa o tempo de dirigir do tempo de trabalhar.

A peça sai do depósito

O material entra na ordem de serviço pelo custo médio do estoque naquele momento, e ali congela. Se o fornecedor subir o preço amanhã, a margem de ontem não muda sozinha.

A conta do posto chega

A fatura do combustível e a da tag de pedágio você já lança — só marca de qual carro é. Quem paga do próprio bolso fotografa o recibo pelo aplicativo.

e o resto do dia a dia

Medir custo não adianta se a operação continua no WhatsApp

A conta lá de cima só fecha porque tudo acontece dentro do mesmo lugar.

No cliente

Checklist por tipo de serviço, foto de antes e depois, assinatura de quem recebeu. O aplicativo funciona no modo avião e sobe tudo quando a rede voltar.

No escritório

O painel abre mostrando o que está pendurado: contrato do mês não faturado, pedido entregue sem título, prazo de atendimento estourado.

Para o seu cliente

Ele abre o chamado e acompanha o andamento por conta própria, com acesso próprio. Menos telefone no meio da tarde perguntando “vem hoje?”.